Como usar o Twitter no marketing político nas redes sociais

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Como usar o Twitter no marketing político nas redes sociais.

Depois que o Twitter eliminou o limite de 140 caracteres por postagem, ele se tornou uma ferramenta de comunicação ainda mais poderosa.

Diferente do Facebook, o microblog permite uma interação mais em tempo real, com alta taxa de responsividade por parte dos usuários.

A relevância do Twitter nas campanhas eleitorais só acontece se o integrarmos a outras ferramentas de marketing político.

Mas o marketing que não utiliza o Twitter, tem chances consideravelmente menores de ser bem-sucedido.

A importância atribuída ao microblog no marketing político nas redes sociais se deve à publicação de conteúdo autopromocional, informativo e, principalmente, participativo.

Por isso, além de criar uma conta no site, é preciso que o candidato interaja com o eleitor, afim de conquista-lo.

Além disso, o Twitter é uma arma poderosa para divulgação de outros canais, agenda eleitoral e atividades. Através dele, é possível redirecionar os eleitores para sites mais completos, com mais informações.

Questionar os seguidores sobre questões políticas no geral e propostas que eles esperam, ou orienta-los quanto à política consciente e divulgar locais de encontro resultam em alta interação, com alta probabilidade de fidelização.

O candidato se abre para o eleitor e se expõe às suas dúvidas.

Mas nada disso será válido sem um monitoramento constante de tudo o que acontece na rede e que se relaciona, minimamente que seja, ao candidato.

É preciso manter-se atento a todos os possíveis boatos e mal-entendidos que possam ser publicados, e estar preparado para lidar com eles e fornecer esclarecimentos.

Uma vez publicado, um texto percorre o mundo em questões de minutos. Para viralizar, o tuíte não precisa ser verdadeiro.

E com um monitoramento constante, é possível evitar piores consequências ou tomar ações esclarecedoras antes que as chances de eleição sejam prejudicadas.

Criação do perfil – Elementos gráficos e informacionais

O perfil do candidato é o cartão de visitas dele no ambiente online. Um perfil incompleto, com fotos de baixa qualidade e informações generalizadas não prende a atenção do eleitor.

Na internet, todos querem detalhes e o máximo de informação que puderem ter. E se para isso, o eleitor tiver que pesquisar em diversos sites, o interesse será rapidamente extinto.

Por isso, a personalização do perfil do candidato no Twitter deve começar pelas cores, que precisam ser condizentes com as ideias de campanha e do partido.

O perfil será a identidade visual do candidato até as publicações começarem.

Por fim, é fundamental otimizar as informações no perfil às ferramentas de busca. Para isso, aconselhamento profissional é altamente recomendado.

Geração e automatização de conteúdo

Com o perfil pronto e otimizado, é o momento de elaborar estratégias de publicação de conteúdo, ou seja, definir assuntos, datas, horários, frequência e linguagem de cada texto.

Também é preciso que alguém se encarregue do monitoramento e da gestão de interação com o eleitor.

Cada um desses aspectos impacta diretamente na responsividade e engajamento dos seguidores. Também estão diretamente relacionados à prevenção de crises na rede social.

Textos ambíguos ou muito abertos a interpretação são os principais protagonistas desses cenários.

É preciso encontrar um equilíbrio na frequência de publicação, para não saturar os eleitores e tampouco cair em esquecimento.

A linguagem deve ser mais descontraída, menos formal, mas o texto não pode conter erros de nenhum tipo e precisa ser compreendido por eleitores de todas as idades e classes sociais – contidos no público-alvo pré-determinado.

E não se esqueça de que o Twitter não vive só de texto.

Postar fotos, vídeos e GIFs é tão importante quanto e atrai mais a atenção do que longos textos. Mas todos eles devem ser de alguma forma relevante à campanha, candidato e partido.

Outro aspecto fundamental com o qual é preciso estar familiarizado ao realizar campanha eleitoral no Twitter é o uso das hashtags. Elas são de extrema importância para o monitoramento e criam movimentos no universo digital, além de lançarem tendências.

Ferramentas de publicação para o Twitter

Por fim, a maior vantagem do Twitter, algo que o torna indispensável ao marketing político e que determina o sucesso da campanha é a ferramenta para agendar as publicações.

Isso significa que, ao participar de um grande encontro ou debate, quando o candidato não poderá acessar sua conta para postar comentários e informações, ele pode agendar um horário, mantendo as informações tempo real.

Há também diversas ferramentas que ajudam no monitoramento de redes sociais. Elas fornecem relatórios, por exemplo, quanto ao volume de conteúdos publicados relacionados ao candidato em um período determinado e da análise do sentimento dos posts e um histórico do volume de postagens, comparando outros perfis ou palavras-chave.

Com as ferramentas certas, o Twitter proporciona feedback e atua como termômetro de popularidade.

É possível obter uma análise detalhada sobre os seguidores, a relevância social de um perfil e a quantidade e velocidade de divulgação e retuíte.

Há ferramentas que permitem analisar informações sobre o conteúdo dos concorrentes.

Quanto às hashtags, tão poderosas para o monitoramento, existem ferramentas que acompanham o alcance, as impressões e os tópicos relacionados a cada hashtag, além de listar usuários com maior poder de influência sobre os assuntos abordados pelo candidato.

Compartilhe nos comentários sua opinião quanto ao uso do Twitter no marketing político eleitoral nas redes sociais e conte-nos sua experiência.

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